sábado, 18 de novembro de 2017

Não gostei!

imagem retirada de zerozero
Não estive presente do Estádio do Dragão (jogos à semana são, repito, um suplício para quem tem de sair tarde do trabalho) pelo que acompanhei a partida via TV. E confesso que não gostei mesmo nada do que vi.

É verdade que o Portimonense SC é uma boa equipa. É também verdade que o plantel portista tem neste momento 4 lesionados. E é também verdade que atletas houve que estiveram presentes nas suas selecções, mas o Sérgio Conceição sabia de todas estas variantes e sabia, inclusive, que Vítor Oliveira é um treinador experiente que sabe o que faz. Para mais o Sérgio já tinha experimentado jogar contra os algarvios na Invicta. O Sérgio sabia – se não sabiam devia saber - muito bem que este Portimonense ataca muito e defende pouco. Mesmo com as já aqui referidas condicionantes, Sérgio Conceição tinha a obrigação de apresentar um Futebol Clube do Porto muito mais “certinho” no que ao plano defensivo dizia respeito.

Desta vez Sérgio Conceição não o fez o necessário TPC e a vitória final acabou por lhe cair do céu aos trambolhões. Isto depois de ter sido tacticamente humilhado por Vítor Oliveira não obstante este ter começado a perder. Vítor Oliveira soube manter a cabeça da sua equipa no devido lugar para que esta fosse tentando fazer o impossível. Por uma unha negra quase que o conseguiu. Por uma unha negra Sérgio Conceição escapou a uma eliminação humilhante diante, repito, de uma boa equipa. Tivesse tal acontecido com um certo treinador de nome NES e seria o “fim do mundo em cuecas” no universo azul e branco!

Estado de graça. Um bem-haja a esta “coisa” que hoje marcou presença no Dragão para decidir a partida a favor dos da casa. Enquanto tal funcionar óptimo porque, apesar de tudo, este tipo de vitórias servem para solidificar o espírito de união do grupo. E tal é deveras importante porque o jogo na Turquia vai ser um tremendo inferno. Isto se Sérgio Conceição se esquecer de fazer o TPC (coisa que acredito que não vá acontecer).

Uma nota final para aqui dizer que Vítor Oliveira tem razão quando diz que o FC Porto deveria ter ficado com dez jogadores ainda na primeira parte. Não pela razão que o técnico aponta, mas sim porque ainda na primeira parte Alex Telles simula uma grande penalidade e deveria ter sido sancionado com a amostragem do cartão amarelo. Cartão que somado ao que o brasileiro veio a ver momentos depois ditaria a sua expulsão. Mas dai a dizer-se que a expulsão do jogador Felipe do Portimonense SC foi o factor que decidiu a contenda a favor dos Dragões vai uma tremenda distância.

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Tal como os restantes colegas de equipa, Aboubakar esteve algo apagado quase até ao fim da partida. Despertou na recta final, lutou muito e acabou por ser tremendamente decisivo na construção do golo vitorioso de Yacine Brahimi.

Chave do Jogo: Inexistente.

Arbitragem: Artur Soares Dias é o Artur Soares Dias. Já se sabia ao que vinha. O árbitro poderia, e deveria, ter colocado ordem na partida mas rapidamente se deixou levar pelas faltas e faltinhas dos jogadores de ambas as equipas. Pareceu-me ter sido um tudo ou nada a favor dos algarvios quando este empataram o jogo e se colocaram em vantagem. O habitual em Artur Soares Dias sempre que apita um jogo do FC Porto. Por esclarecer fica a expulsão de Sérgio Conceição.

Positivo: Adeptos do Futebol Clube do Porto. Este é o “Mar Azul” que “empurra” a equipa para as vitórias: Que ambiente fantástico! Apenas me pergunto onde esteve este “Mar” nas épocas anteriores.

Negativo: “Ligar os motores na recta final”. Equipa como a do Futebol Clube do Porto não pode – mesmo – sujeitar-se ao que se sujeitou hoje. Especialmente sabendo que em causa estava uma eliminatória da Taça de Portugal.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (17/11/2017)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Imune ao tombo, Dragão quer seguir firme e hirto

A Festa da Taça está de regresso ao Estádio do Dragão. A equipa de Sérgio Conceição enfrenta o Portimonense, pouco antes de jogar cartada europeia decisiva, na Turquia, diante do Besiktas. A turma de Vítor Oliveira está pronta para assumir o papel de tomba gigantes, mas, no Dragão, o FC Porto tem estado firme e hirto. E os de Portimão já saíram da casa azul e branca com uma goleada...
 
Entre a rotatividade (na baliza?) e o ritmo pré-europeu

Na antevisão à partida, Sérgio Conceição foi questionado sobre o assunto mas chutou para canto. Será a altura de Casillas regressar à titularidade? Sendo um jogo de Taça, e estando José Sá como dono da baliza, é bem provável que o portero espanhol assuma o lugar. Mas há mais mexidas em mente…

Desde logo na defesa. Diego Reyes deve fazer descansar um dos defesas centrais; nas alas defensivas, há dois jogadores (Layun e Maxi) com fome de jogo; no meio-campo, André André pode assumir a vaga de Danilo, que jogou pela seleção, e há ainda o mais que provável regresso de Óliver Torres, titular indiscutível nas primeiras jornadas de campeonato. Galeno deve aproveitar as lesões no ataque, Hernâni pode ter mais uma oportunidade.

Do lado dos homens de Portimão, há esperança ofensiva – a equipa já marcou 24 golos – misturada com algumas preocupações defensivas – os comandados de Vítor Oliveira já sofreram 26 golos, cinco deles no palco da partida. A ausência de Paulinho é um murro na criatividade da equipa, ainda que a recuperação de Fabrício traga esperança.

Tomba gigantes ou a continuidade de uma força (quase) 100 por cento vitoriosa. Venha daí essa Festa.
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Retirado de zerozero

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

O Cantinho das Modalidades

Andebol

- A equipa de andebol venceu o Arsenal Devesa, por 35-19, em jogo em atraso da oitava jornada do principal escalão português. Amplamente favoritos para a recepção aos bracarenses, os comandados de Lars Walther não vacilaram e continuam assim a recuperação na tabela classificativa

- O Marítimo é o adversário do FC Porto nos 16 avos de final da Taça de Portugal, ditou o sorteio realizado na sede da Federação Portuguesa de Andebol, em Lisboa.

O encontro entre o FC Porto e os insulares está agendado para dia 16 de dezembro, em horário a definir, no Pavilhão do Marítimo, na Madeira. Dragões e madeirenses também se defrontaram na Taça de Portugal 2016/17, mas nos quartos-de-final. A vitória sorriu ao FC Porto, por 32-24.

- A equipa de andebol venceu a formação do Avanca, por 29-19, conseguindo assim o sétimo triunfo consecutivo na principal divisão do andebol português.

- O FC Porto subiu provisoriamente ao terceiro lugar do Andebol 1, em igualdade com o Benfica (segundo, com 28 pontos), após ter vencido, por 32-29, no pavilhão do Belenenses, em encontro antecipado da 11.ª jornada. Trata-se da décima vitória consecutiva dos azuis e brancos (oitava no Andebol 1) que este sábado (18h30) têm um difícil desafio caseiro frente aos alemães do Füchse Berlim, a contar para a primeira mão da terceira eliminatória da Taça EHF.

Basquetebol

- ​​O FC Porto venceu o Mornar Bar (68-55), no Dragão Caixa, na quarta jornada do grupo C da Taça da Europa da FIBA, somando assim o segundo triunfo consecutivo na prova e relançando-se na luta pela passagem à fase seguinte.

- A equipa de basquetebol do FC Porto perdeu frente à formação do CAB Madeira, por 90-83. O desaire na Madeira, o quarto na Liga Portuguesa, surge após cinco triunfos consecutivos entre a principal competição nacional e a Taça da Europa da FIBA.

- A derrota caseira (86-90) frente ao Kataja, em jogo do grupo C da quinta jornada da Taça da Europa da FIBA, coloca os Dragões numa posição delicada para avançar para a próxima fase da prova, visto que já não dependem apenas de si para conseguir um dos dois primeiros lugares. A única hipótese é agora que o Mornar Bar (segundo classificado do grupo, com oito pontos) perca no terreno do Kataja (já qualificado, com nove) e que o FC Porto triunfe na Áustria, frente ao Kapfenberg Bulls. Aí valeria a vantagem direta dos azuis e brancos frente ao Mornar.

Hóquei em Patins

- O FC Porto Fidelidade continua invicto em 2017/18: a quinta vitória na temporada, a terceira no Campeonato Nacional, foi conquistada no Pavilhão Gimnodesportivo de Turquel (4-0). Gonçalo Alves assinou um “hat-trick” e Reinaldo Garcia marcou o outro golo dos campeões nacionais, que passam a somar nove pontos, menos três do que o grupo dos primeiros da classificação, mas também com menos um jogo disputado - a receção à Juventude de Viana foi adiada para 21 de novembro (20h30, Porto Canal).

Bilhar

- A equipa de bilhar às três tabelas do FC Porto venceu o Dragon Force, por 4-0, na quarta jornada do Torneio de Abertura (zona Norte, série um).

- A equipa de bilhar de carambola do FC Porto venceu em Coimbra, o Norton de Matos por 4-0, em jogo da quinta jornada do Torneio de Abertura (zona Norte, série 1). Com este resultado, os azuis e brancos garantem o primeiro lugar da classificação, somando por vitórias todos os jogos realizados na competição e são secundados pelo Dragon Force, que só perdeu os dois jogos disputados contra o FC Porto.

Ciclismo

- Rui Vinhas vai continuar a vestir de azul e branco em 2018. O vencedor da Volta a Portugal de 2016, de 30 anos, que recebeu no mesmo ano o Dragão de Ouro de Atleta do Ano, sente o reconhecimento dos adeptos e aponta os principais objetivos da W52-FC Porto-Mestre da Cor na próxima época: a manutenção dos títulos individuais e coletivos na Volta e a obtenção do maior número possível de vitórias nas outras provas.

- Depois de Raúl Alarcón, Gustavo Veloso e Rui Vinhas, a versão de 2018 da W52-FC Porto-Mestre da Cor continua a ganhar forma, desta vez com uma tripla renovação, que garante a permanência na equipa de Samuel Caldeira, Ricardo Mestre e do jovem João Rodrigues para o ano desportivo de 2018.

- César Fonte e José Fernandes são reforços da W52-FC Porto-Mestre da Cor para a próxima temporada. Os dois ciclistas juntam-se a Raúl Alarcón, Rui Vinhas, Gustavo Veloso, Samuel Caldeira, Ricardo Mestre e João Rodrigues, que recentemente renovaram contrato com a equipa vencedora das duas últimas edições da Volta de Portugal.

Desporto Adaptado
 
- A equipa de goalball estreou-se em competições oficiais, defrontando o Câstelo da Maia na primeira jornada do Campeonato Nacional da modalidade, que decorreu no Pavilhão da Ajuda. O jogo foi muito disputado e o adversário acabou por sair vitorioso, por 10-5, apesar da boa resposta dos Dragões, num encontro que não deixou de ser simbólico pelo resultado negativo.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O peru. O tal peru…

imagem retirada de zerozero
Fraca exibição da nossa selecção diante de uma equipa norte-americana que já aprendeu como nos tramar. Se Portugal jogasse aquele futebol pragmático e simples que a Alemanha por vezes praticam e esta selecção de futebol dos States não teria tido a mínima hipótese por muito mais bem preparada a nível físico e táctico que estivesse. Mas lá está, português que é português gosta de complicar o que é simples e não há nada como sair sempre (mas sempre!) a jogar com a bola no pé para depois ser de imediato pressionado por dois “bidons” americanos que forçam os nossos jogadores a chutar a bola para a frente em desespero de causa.

O primeiro paragrafo resume, basicamente, os 90 e poucos minutos deste Portugal 1 x Estados Unidos da América 1 que se realizou hoje em Leiria. O que falta dizer que estes jogos de preparação dão para tudo. Inclusive para Fernando Santos ter dado uma de Rui Jorge ao ter colocado em campo uma linha atacante composta por três lingrinhas que tiveram de medir forças com os matulões da defesa norte-americana. Quando Gonçalo Paciência entrou em campo a história já foi outra, mas já era tarde pois tanto Gonçalo Guedes como Bruma estavam no limite da sua capacidade físicas. E valerá a pena falar do meio campo português onde mais dois “franguinhos” e um Danilo Pereira “a meio gás” tiveram de lutar contra a muito bem organizada equipa dos USA? Não vale a pena, bem sei porque o jogo é de preparação e não convinha que os atletas se lesionassem e o restante blá, blá do costume.

Sinceramente não gostei desta partida da nossa equipa. Não gostei mas não embarco no famoso “do 8 ao 80”. E não o faço porque, ao contrário de muito boa gente, não deitei os foguetes ao ar após a vitória Lusa diante da Arábia Saudita. Ainda falta muito para maio de 2018. Até lá muita coisa vai acontecer e estes jogos de preparação enganam muito. Servem antes para se irem fazendo experiências e testar este ou aquele atleta que pode, ou não, adaptar-se ao grupo de trabalho.

Vamos com calma que ainda nem sequer sabemos com que vai a nossa selecção medir forças no Mundial da Rússia. Para mais, não tivesse Ethan Horvath servido o peru (o tal peru do Dia da Acção de Graças) e por esta altura haveria por aí muita gente deprimida a utilizar as desculpas da praxis para justificar o que não tem de ser justificado.

MVP (Most Valuable Player): Bruma. O extremo português foi, sem sombra de dúvida, o melhor em campo numa partida onde o físico se impôs de uma forma organizada e bruta à técnica. Bruma conseguiu quase sempre explanar o seu futebol e apenas não pôde fazer mais e melhor porque poucas foram as vezes em que a bola lhe chegou em condições.

Chave do Jogo: Inexistente.

Arbitragem: Arbitragem tranquila, num jogo sem grandes problemas.

Positivo: Beto. O Guardião português fez um punhado de defesas excepcionais. Foi muito por sua culpa que o empate a uma bola se manteve até ao fim.

Negativo: Ricardo Ferreira. O jovem central do Braga esteve sempre muito inseguro e esteve mal (muito mal) no golo dos Estados Unidos, ao não ser capaz de travar a progressão de McKennie.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (14/11/2017)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Eu Masoquista Me Confesso

Sim vi a entrevista do Vieira! Duas hora de nada mais meia de coisa nenhuma. Lembrei-me de um menino na escola primária quando lhe pediram para fazer uma redação sobre a Pátria.
O menino lá escrevinhou as baboseiras habituais “a Pátria é o território de um país”! “Devemos amar a Pátria!” A Pátria é uma coisa muito bela” etc. Passadas umas linhas rematava: Eu nunca fui à Pátria! Com o Vieira aconteceu o mesmo. Zero!
Se me perguntassem o que Vieira disse nas duas horas e meia eu respondia: “vamos fazer um colégio, ampliar o Seixal, formar jogadores e voltar a ganhar um europeu!” “Não corrompemos ninguém e o Pedro Guerra não percebe nada disto!” Ponto final parágrafo!
 
A distinta plateia composta por amigos das Casas (há cerca de 300 Casas e cada uma vale 50 votos) levava perguntas fáceis para respostas intuitivas. Um dos paisanos atreveu-se a falar do Passivo e aí o Vieira começou a meter os pés pelas mãos. “Quando compro um jogador o Ativo sobe mas como pago a prestações o Passivo sobe também”. “Quando vendo o Ativo desce e como não recebo imediatamente o Passivo sobe”!
 
Na parte final quando foi perguntado sobre os e-mails a resposta foi: “pedimos para baixar a nota ao árbitro porque é um direito que nos assiste”! Nenhuma pergunta lhe foi feita sobre a enorme teia de relações entre funcionários e/ou dirigentes com a cambada que recebe as cartilhas ou condiciona as arbitragens. Seja com nomeações cirúrgicas, seja com padres da mesma cor a verdade é que a enorme promiscuidade entre uns e outros só pode ser vista como uma forma de condicionamento de árbitros, Var, CD, CA, TAD e agora o IPDJ, outro pau mandado.
Confesso que depois desta “entrevista” nem tive coragem de ver o que disseram os pasquins matinais e os cartilheiros amestrados das Tv’s. Continuaremos atentos. E como na história do menino da escola primária a lampionagem lá vai cantando e rindo…
 
Até à próxima

sábado, 11 de novembro de 2017

Positivo e pouco mais

imagem retirada de zerozero
Os jogos particulares de selecções são muito enganadores. Isto porque me custa a aceitar que a selecção da Arábia Saudita jogue assim tão pouco. Portugal fez por vencer impondo o seu jogo e fazendo uma fortíssima pressão sobre o portador da bola. Tal complicou - e muito - a estratégia da equipa árabe que quis sempre iniciar as suas jogadas saindo da sua defesa em posse, mas custa-me muito aceitar esta fraqueza física e até mesmo falta de ideias que esta quipá do médio oriente mostrou hoje em Viseu.

È muito por isto que não alinho na tremenda euforia que se instalou em torno da nossa selecção. É verdade que os atletas hoje quiseram dar tudo o que tinham em campo e que Fernando Santos terá ficado muito satisfeito com isto. É também verdade que hoje parecem ter surgido algumas alternativas interessantes aos do costume (Gonçalo Guedes e Manuel Fernandes são disto exemplos), mas ainda é cedo para se dizer que o seleccionador nacional descobriu um excelente “filão” de atletas de qualidade.

Vamos a ver como isto se desenrola. Os Estados Unidos da América não são uma selecção de grande tarimba, mas ao contrário da Arábia Saudita tem uma força física impressionante e não tem o “problema” do Mundial dado que não se apuraram para o dito. Vamos a ver como isto corre em Leiria na próxima semana e nos próximos jogos de preparação.

MVP (Most Valuable Player): João Mário. Numa partida que exigiu muito pouco do meio campo português, João Mário foi o jogador que mais se destacou pelo trabalho que demonstrou no comando de uma zona do terreno onde Fernando Santos promoveu algumas alterações. O golo foi a "cereja no topo do bolo" na exibição de um organizador de jogo que esteve no seu melhor.

Chave do Jogo: Apareceu relativamente cedo para resolver a questão a nosso favor. Manuel Fernandes marcou o golo inaugural no minuto 32´ da partida e deitou por terra toda e qualquer intenção dos sauditas de tentar colocar problemas à defesa da equipa lusitana.

Arbitragem: Arbitragem tranquila, num jogo sem grandes problemas.

Positivo: Omar Hawsawi. O defesa central saudita deu nas vistas em muitas das boas intervenções que teve de fazer para travar, com sucesso, as investidas ofensivas de Portugal. Longe de ser um jogador brilhante, Omar Hawsawi seria uma opção interessante para muitos clubes não fosse o facto de o atleta já ter 32 anos de idade.

Negativo: André Silva. O pecado capital de um ponta de lança é não marcar golos. O André hoje bem que tentou mas não foi feliz tendo, inclusive, sido algo trapalhão em momentos que exigiam uma finalização simples. Há dias assim André.
Artigo publicado no blog o gato no telhado (10/11/2017)