quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Traficantes de Opinião

Gomes da Silva, João Gobern e Pedro Guerra são a vergonha do clube da treta nos programas benfiquistas de Paulo Garcia, Hugo Gilberto e Sousa Martins. São apenas a ponta do icebergue das marionetas que levam a “instituição” ao colo, na caixinha que mudou o mundo.
 
Os programas com cerca de uma hora e cinquenta de emissão tratam dos lamentos do clube da treta durante mais de uma hora, dos Calimeros cerca de meia e concedem ao nosso clube aí uns dez minutos. Muita piada tem as segundas linhas, os paus-mandados do clube “alternativo” ao poder. Rogério Alves com os seus adjetivos, e Rui Oliveira Costa mais as suas sapateiradas.
A cultura futebolística quer dos “moderadores” quer dos comentadores acima citados vale zero! Os únicos que percebem alguma coisa do que estão a falar são indubitavelmente os comentadores portistas José Guilherme Aguiar e Miguel Guedes. Sobre Rodolfo e Manuel Serrão recuso-me a comentar. Os programas presumivelmente abordam temas do futebol não servem para expressar sentimentos de rejeição ao clube, não são sobre Circo, nem para fazer publicidade à Gant. Os cavalheiros apenas estão ali para ganhar protagonismo e, se por um lado, os “representantes” dos encarnados tem carta-branca para dizerem as alarvidades que lhes apetecem, os nossos adeptos se tocarem em qualquer aspeto mais delicado dos rivais tem logo a palavra cortada pelos “moderadores”
 
Assuntos importantes não passam nos programas. Por exemplo: a pouca vergonha e falta de ética como a Liga desrespeitou a decisão do Tribunal de fazer regressar o Gil Vicente à Liga de onde foi miseravelmente excluído não se sabe por quanto mais tempo e despachou-o novamente para a Liga secundária. Nem imaginam a trapalhada que vai ser no final da época para integrar o Gil pelo facto do número de clubes não poder ser ímpar. E não venha o senhor Proença alvitrar o aumento para 20 clubes que ninguém deseja.
 
O andamento do chamado processo Paulo Pereira Cristóvão no que toca à tentativa de comprometimento de um árbitro com um depósito de dinheiro na sua conta. Provado que o homem que mandou depositar o dinheiro era dirigente do Zbórden e este “dono” da Sad não se percebe como esta não foi sancionada. Pelo menos por tentativa de coação.
A leviandade com que foi escondida do público a condenação de José Carriço, 55 anos, motorista do presidente do Benfica e diretor do departamento de apoio aos jogadores do clube da Luz no negócio da Porta 18, intercetado na zona de Santarém ao volante de um Audi A4, propriedade do Benfica contendo droga, bem como, a desresponsabilização dos seus superiores. Coitadinhos deles que “não sabiam de nada”!
Finalmente a completa ausência de notícias sobre os “senhores da arbitragem” que andou a ser preparada durante 10 anos pelo tratador de cãezinhos amestrados Vítor Pereira, que “saiu de cena pela esquerda baixa”, o tal que telefonava aos árbitros na véspera dos jogos a “desejar que o jogo lhes calhasse bem” e que tantos colinhos produziu nos últimos campeonatos. Isto perante a passividade da ratazana sábia do Tempo Extra, cujo slogan como se recordam é: pela verdade desportiva! Ninguém entende como um quadro de árbitros composto por Bruno Paixão e mais uns vinte e tal benfiquistas conduzam a qualquer verdade desportiva!
 
Em jeito de epílogo
 
As miseráveis declarações do imbecilóide do clube da treta já tiveram a devida resposta. Quanto aos canais da Cofina, “societárias da Instituição”, coitados dos anunciantes. A RTP do Hugo Gilberto e do benfiquista de Paredes vergonhosamente truncaram a entrevista do nosso presidente. Na CMTV (a televisão dos crimes de faca e alguidar) palhaços por palhaços mais vale ir ao Circo Cardinali. Esses fazem mesmo rir.
 
Por fim, mas não menos importante, a vitória do nosso Porto rebentou com estrondo nas ventas de Miguel Sousa Tavares. Quem te manda a ti sapateiro (ver artigo da Bolha de 3ª feira) falar antes do tempo? Vai lá escrever mais um calhamaço que está a chegar o Natal!
 
Até à próxima

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Arrivederci, Roma

Imagem de zerozero 

Como é que era… Já sei! Adeus Liga dos Campeões. Olá Liga Europa. Dito de outra forma; há gente que percebe tanto de futebol como eu de engenharia aeronáutica. Obviamente que cada um tem a sua opinião, mas daí até se dizer que a eliminatória com a AS Roma já estava perdida após o empate a uma bola no Estádio do Dragão vai uma tremenda distância. Ah, e o Lopetegui é que sabia da coisa não era? Já o Nuno Espírito Santo é "um zero à esquerda" que eliminou – somente - a segunda equipa mais forte do campeonato italiano com um plantel que não se compara aquele que o “grandioso” Lopetegui teve ao seu dispor. Adiante que de caminho já me vão dizer que o Lille é uma equipa do nível da actual AS Roma!

Entrando no jogo em si (que é o que realmente interessa), penso que hoje ficou, mais uma vez, demonstrado que o Futebol Clube do Porto tem – finalmente – um treinador que estuda os seus adversários. É verdade que em certos momentos da partida no Olímpico os Dragões tiveram a sorte do jogo (e um Casillas inspirado), mas a verdade seja dita que Nuno Espírito Santo (NES) soube montar a sua equipa de forma que a AS Roma não conseguisse impor o seu futebol. Um bom exemplo disto mesmo foi o fantástico golo de Felipe, fruto do trabalho árduo nos treinos que explorou – muito bem - as fraquezas da defesa italiana.

Obviamente que não podemos colocar de lado a forma arrogante como os romanos entraram em campo. Convencidos de que o jogo já estava ganho e de que lhes bastava gerir os acontecimentos até ao fim fazendo, aqui e acolá, o seu jogo violento (à italiana diga-se de passagem). Saiu-lhes o tiro pela culatra e foi muito por isto que acabaram reduzidos a nove elementos.

Curiosamente os Azuis e Brancos não se deram muito bem com o facto de a AS Roma ter jogado durante bastante tempo reduzida a nove elementos. Somente após a entrada em campo de Ádrian López para o lugar de André Silva é que a equipa Portista “despertou” para o jogo e aproveitou – com eficácia – a superioridade numérica. Tal é só para não me virem dizer que o FC Porto ganhou o jogo porque a AS Roma ficou reduzida a nove. Aliás, já antes (muito antes) de De Rossi e de Emerson terem sido expulsos já o FC Porto vencia por uma bola a zero e procurava – com algum sucesso – gerir o jogo.

Em suma, o Futebol Clube do Porto fez história ao ter sido a primeira equipa portuguesa a derrotar uma equipa italiana em Itália por três bolas a zero. O grande objectivo deste início de época já foi alcançado. Agora é continuar em frente e procurar melhorar o que tem de ser melhorado.

Arbitragem: È verdade que nas provas da UEFA por vezes os árbitros costumam ser um tudo ou nada “caseirinhos” e nem sempre tratam as equipas portuguesas com o respeito que estas merecem, mas a verdade seja dita que o Sr. Szymon Marciniak e a sua equipa de arbitragem levaram a cabo uma exibição excelente. Nada a apontar ao árbitro deste jogo.

Chave do Jogo: Apareceu ao minuto 73´, altura em que Miguel Layún marcou o segundo tento dos Azuis e Brancos e decidiu – em definitivo – a eliminatória a favor do FC Porto.

Positivo: Destaque principal para Nuno Espírito Santo que soube “montar” a sua equipa de forma a anular (quase por completo) o futebol da Roma. Destaque positivo (muito positivo mesmo) para Iker Casillas que levou a cabo uma exibição brilhante que fez recordar os bons velhos tempos do San Iker.

Negativo: Pode parecer “embirração” mas não o é. Héctor Herrera voltou a estar mal no capítulo do passe, só tendo melhorado neste aspecto após a equipa italiana ter ficado sem dois dos seus Atletas por expulsão. Ter um bom remate não chega Herrera!

Artigo publicado no Blog o gato no telhado (23/08/2016)

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Em Roma, sê dragão

Esta terça-feira, às 19h45, todos os caminhos vão dar a Roma. O FC Porto procura carimbar a passagem para a fase de grupos da Liga milionária, em jogo da 2.ª mão do playoff.
 
O dragão de Nuno Espírito Santo terá de ser arrojado na Cidade Eterna, visto que entra em desvantagem na eliminatória frente a uma Roma que mostrou na Invicta, na passada semana, que sabe lidar com várias dificuldades ao longo de uma partida.
 
Ora, diz o povo do alto da sua saberia popular que "em Roma sê romano". Desta vez, não poderá ser bem assim. Em Roma, o FC Porto terá de ser dragão em todos os minutos. Só assim poderá sonhar com o apuramento para a fase de grupos. A vitória ou um empate a dois ou mais golos permitem ao clube azul e branco avançar na prova. 
 
A equipa portista tem produzido e rematado muito mas tem pecado no momento da finalização. Com André Silva sozinho na frente ou apoiado nas costas, a verdade é que o FC Porto terá de montar um cerco à baliza da Roma.
 
Texto e título de zerozero
 
 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Pensamento da Semana: Tretas

 
No futebol português há cada coisa… Muito em especial na Comunicação Social Desportiva que não esconde – nunca – o seu “odiozinho” e profundo desprezo pelo Futebol Clube do Porto.

Estamos neste momento na segunda jornada da Liga NOS. 

Os Dragões vencem nas duas jornadas sem no entanto encantarem no que ao futebol jogado diz respeito (o normal para a época). Ante o Rio Ave os Azuis e Brancos começaram a perder e diante do Estoril foi preciso muito sacrifício para vencer por uma bola a zero. O que diz a nossa CS Desportiva? Vitória à tangente. André Silva salva Dragão. Etc. 

O Sporting CP joga diante do CS Marítimo em Alvalade e vence “sem saber ler nem escrever”. Na jornada seguinte diante do Paços de Ferreira a equipa de Jorge Jesus ganha com um lance de pura sorte e leva a cabo mais uma exibição miserável onde William Carvalho não foi expulso para não prejudicar o espectáculo (comentador da Antena 1 dixit). Qual a mensagem que foi passada pela nossa CS? Sporting demolidor! 

Haja pachorra para aturar isto… E haja pachorra a dobrar para aturar os Portistas que vão atrás destas tretas! E já que falamos em tretas; ainda deve estar para vir jornada em que o SL Benfica se apanhe à rasca para vencer e não apareça o penalti da praxe. Fantástico!

domingo, 21 de agosto de 2016

O Dragão e o Autocarro


imagem de zerozero

Se me pedirem para resumir o jogo do Futebol Clube do Porto ante o GD Estoril Praia eu diria o seguinte: o Dragão e o Autocarro. Nunca uma frase reflectiu tão perfeitamente o que aconteceu no Estádio do Dragão.

Eu já tinha ideia de que Fabiano Soares (Treinador do Estoril) era algo “limitado” como Treinador de futebol, mas nunca esperei que este fosse jogar “à antiga portuguesa” contra o Futebol Clube do Porto. É que o Estoril já deixou – há já uns anos a esta parte – de ser aquela “equipazinha” que lutava pela manutenção no escalão principal do nosso futebol. Uma vergonha que me custa a perceber. Sempre quero ver se o Fabiano vai colocar o seu grandioso “autocarro” diante da sua baliza quando tiver de medir forças com Benfica e Sporting. E também vou querer ver se o Guardião José Moreira vai estar tão inspirado como esteve diante do FC Porto (vai uma aposta” em como vamos ter “frango” na altura?).

Passemos então ao Futebol Clube do Porto (o que realmente interessa).

Da equipa Azul e Branca confesso que gostei de saber que Nuno Espírito Santo estudou o seu adversário. Se não de outra forma não se explicaria a sua opção por Ruben Neves em detrimento de Danilo Pereira. Rúben é um jogador mais “frágil” fisicamente que Danilo, mas tem um trato de bola e qualidade de passe bem superior à de Danilo e tal diante de uma equipa que só soube defender deu bastante jeito. Finalmente o FC Porto volta a ter um Treinador que estuda as equipas adversárias e assume riscos ponderados. Foram precisos dois anos de “Lopeteguice” e zero títulos para se chegar lá. Vamos a ver se esta postura se mantêm porque isto está ainda no início.

Outro aspecto que me agradou no FC Porto foi a sua capacidade de lutar pela vitória até ao fim com naturalidade. Era algo que já vinha fazendo falta ao Dragão. Já há duas temporadas que vinha vendo um FC Porto que tinha sempre uma tremenda dificuldade em impor com naturalidade o seu futebol. E quando o jogo era no Estádio do Dragão o cenário era terrível porque aos adversários bastava “fechar-se” na sua defesa e a Deusa da Fortuna fazia o resto. Um aspecto que Nuno tem vindo a trabalhar e que melhora de jogo para jogo.

Nuno tem vindo a apostar em alternativas ao habitual 4x3x3. Hoje vimos um 4x4x2 quando a equipa mais precisou de tacar dado que o nulo se mantinha ao intervalo e o Sporting CP já tinha ganho o seu jogo (com mais uma ajuda arbitral pois claro). É óbvio que o sistema alternativo não está ainda no nível exigido para poder ser eficaz, mas é sempre importante que Nuno “tenha na manga” trunfos que possa jogar sempre que o jogo assim o exigir.

Mas nem tudo foi bom.

Não percebi a entrada de Silvestre Varela para o onze inicial do FC Porto… Tal obrigou a que os Dragões tivessem jogado com menos um durante os primeiros 45 e poucos minutos do jogo.

O meio campo dos Dragões necessita – ainda - de ser muito mais agressivo na recuperação da posse da bola e, por último, é urgente melhorar o aproveitamento das bolas paradas porque isto de ter mais e 10 pontapés de canto nos 90 e poucos minutos de jogo e não aproveitar um que seja para marcar golo é constrangedor!

Chave do Jogo: Mais uma vez estou de acordo com o Jornalista do zerozero (Duarte Monteiro) que é da opinião que o lance que resolveu a contenda a favor dos Dragões apareceu ao minuto 84, altura em que Miguel Layún fez um cruzamento que André Silva – qual Fernando Gomes - aproveitou para fazer um belo golo de cabeça.

Positivo: André Silva. Para mim o Homem do Jogo pelo seu querer, raça e determinação. Um ponta de lança no verdadeiro sentido do termo que soube estar no lugar certo na hora certa. Positiva foi também a exibição da defesa Portista que (não obstante um disparate ou outro dos centrais e de Casillas) mostrou segurança e entrosamento.  

Negativo. Héctor Herrera. Pode parecer impressionante mas o mexicano não soube acertar um único passe e quando o cronómetro começou a “apertar” foi o primeiro a ”perder a cabeça”. Exige-se mais (muito mais) a um capitão do Futebol Clube do Porto. Mal esteve também um meio campo Azul e Branco que foi sempre muito passivo até à altura em que Nuno fez entrar Sérgio Oliveira e André André.

sábado, 20 de agosto de 2016

Ganhar no intervalo

FC Porto e Estoril Praia medem forças, amanhã (20h30), em jogo a contar para a segunda jornada da Liga NOS. Este será o primeiro jogo dos dragões em casa para o Campeonato Nacional. 
 
Depois de uma vitória por 1x3 no terreno do Rio Ave, na primeira jornada, com uma reviravolta no marcador, os dragões voltam a atuar na Liga NOS. Desta vez, frente ao Estoril Praia e no Estádio do Dragão. 
 
Este encontro surge entre o play off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões. O FC Porto empatou, em casa, na última quarta-feira, com a Roma e tem uma deslocação a Itália na próxima semana, para jogar a segunda mão. 
 
O Estoril poderá jogar com o possível cansaço e pressão que os jogadores azuis e brancos poderão estar a sentir, neste momento em que tentam garantir o apuramento para a fase de grupos da Champions. No caso do Estoril, a equipa está apenas concentrada no Campeonato Nacional. 
 
No entanto, espera-se um jogo bem disputado entre as duas equipas, onde o FC Porto se apresenta como favorito a conquistar a vitória e os três pontos. Sem esquecer as dificuldades que o Estoril Praia pode causar, principalmente por intermédio de Mattheus Oliveira.

Imagem e texto retirados de zerozero

Lista de Convocados: Por divulgar

Onze provável (4x3x3); Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Miguel Layún, Danilo Pereira, Rúben Neves, Héctor Herrera, Otávio, Jesús Corona e André Silva