sábado, 25 de março de 2017

Com a força da tradição a olhar para a Rússia

Portugal recebe a Hungria, este sábado, pelas 19h45, no Estádio da Luz, em jogo do Grupo B, referente à qualificação para o Mundial 2018. A seleção quer manter a tradição de não perder diante a Hungria e conquistar os três pontos.

Na segunda posição da tabela classificativa com nove pontos, este é um jogo muito importante para a equipa das quinas, que está a três pontos de distância da Suíça, primeira classificada. Já a Hungria, ocupa o terceiro lugar com sete pontos.

O histórico de confrontos diz-nos que Portugal é favorito, uma vez que nunca perdeu um duelo com a Hungria. Das onze vezes que as duas equipas mediram forças, a equipa das quinas venceu em sete ocasiões e registou quatro empates.

A última vez que a formação húngara jogou no nosso país, foi em outubro de 2009, também no Estádio da Luz, com uma vitória portuguesa por 3x0.

O último duelo entre as duas equipas acabou com um empate a três bolas, na fase de grupos do Euro 2016, com um golo de Nani e um bis de Cristiano Ronaldo. Numa competição em que, no fim, Portugal sagrou-se campeão europeu. 
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sexta-feira, 24 de março de 2017

A ver se eu percebo

O Benfica não se apresentou esta quarta-feira na Gala 'Quina de Ouro', organizado pela FPF como forma de protesto exigindo justiça igual para todos no futebol português.

in RTP (20/03/2017)

Fernando Gomes deu «chapada de luva branca» ao Benfica

in TVI 24 (22/03/2017)

Deixa cá ver se eu percebei,

O SL Benfica não compareceu na gala da Federação Portuguesa de Futebol por discordar com os recentes procedimentos disciplinares que tem sido aplicados a Luís Filipe Vieira (Presidente em funções do clube encarnado).

Dias depois Fernando Gomes - actual Presidente da Federação Portuguesa de Futebol - compareceu na gala do SL Benfica.

Ou seja; o clube da Luz trata mal a Federação e esta responde a tal com o seu mais alto representante marcando presença na gala do Benfica.,, É isto a tal de “bofetada de luva branca”? Ou será antes uma atitude à "morcão" em prol do “nacional parolismo” que vemos na imagem em baixo?

quinta-feira, 23 de março de 2017

quarta-feira, 22 de março de 2017

Alerta vermelho

Com a aproximação do jogo do título o clube da treta já mexe todos os cordelinhos. A não-comparência nas Quinas de Ouro foi só o início. Cientes que jogam um futebol que não passa da vulgaridade, sabem que só nos poderão vencer com a armada paralela (leia-se os comentadores da arbitragem, nos pasquins, rádio e TV). Rui Gomes da Silva começou com uma semana de antecedência a ladainha da “pressão sobre os árbitros”. Mas haverá maior pressão do que aquela que este imbecil faz semanalmente no Dia Seguinte? E que dizer dos lacaios de serviço nos pasquins lisboetas onde despenteados mentais como Sílvio Cervan tem guarida?
A sombra do senhor Vítor Pereira, o serviçal mais conhecido dos últimos tempos, ainda paira no ar. Ninguém poderá esquecer a criação da escola de cãezinhos amestrados que se passeou impunemente durante anos nos relvados onde jogava o clube da treta, coincidindo com o mandato de LFV. Na retaguarda a artilharia pesada. Os paquidermes de serviço promovem reuniões conjuntas onde combinam as táticas das aldrabices que vão vomitar nas televisões que lhes dão guarida, a troco não se sabe bem de quê.
Depois do êxito com a armadilha do túnel, vão usar uma nova tática. Desta vez com toda a criadagem disponível vão impedir a entrada no galinheiro aos nossos adeptos, limitando ao máximo o número de bilhetes cedidos.
 
Resolvi então entrar na brincadeira e “desfocar” a história como eles fazem nos jogos. Nada melhor do que criar situações a fingir que são autênticas. Pelo menos tão verdadeiras como o último golo deles ao Belenenses. Se os “assistentes desportivos” vão estar do lado de fora um aviso para a Onda Azul: não tenham medo do aparato, deem a volta ao Circo, e passem pela porta das traseiras.
A nossa banda vai dar cabo daquilo. Personagens de vários quadrantes unidos para o mesmo fim. Combater o clube da treta com as nossas armas. Até a Mizé, tadinha, cheia de remorsos pelo que nos fez passar vem dar uma ajuda.
 
Uma novidade em rigoroso exclusivo. Como o homem se gosta de meter em tudo foi o escolhido pelo Porto Canal para dar a tática aos jogadores antes do jogo.
Fotomontagens JOSE LIMA
 
Até à próxima

terça-feira, 21 de março de 2017

Pensamento da Semana: E deixarmo-nos de tretas?

in cartoon SAPO Desporto
O cartoon que vemos em cima retrata bem o adepto portista dos tempos que correm.

Este tão depressa vai ao aeroporto receber de braços abertos uma equipa que acabou eliminada da Liga dos Campeões, como é capaz de dizer cobras e lagartos desta mesma equipa após esta ter tido um resultado que ninguém esperava.

E deixarmo-nos destas tretas?

Já enjoa este tratamento execrável que muitos de nós, adeptos, estamos a dar a esta equipa do Futebol Clube do Porto.

Esta equipa que - com roubalheiras semanais, plantel desequilibrado, Directores que fogem como ratos e outras coisas tais - depende de si, e só de si, para poder ser campeã no final desta época.

Ou será que o empate caseiro diante do Setúbal é assim tão grave que já não há qualquer hipótese deste Porto de Nuno Espírito Santo poder vir a ser campeão?

Antes de responderem à questão vejam o que está escrito aqui e aqui

Para além disto é muito melhor termos um Futebol Clube do Porto obrigatoriamente focado na sua obrigação de vencer na Luz na próxima jornada, do que um FC Porto que vá para lá “gerir o esforço”.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Há jogos assim

imagem retirada de zerozero
O futebol está longe de ser um jogo onde impera a lógica. Por muito que a equipa treine, mostre vontade/raça/capacidade de luta e o seu treinador acerte nas substituições, poderá sempre aparecer um lance de puro e manifesto azar que deita tudo por terra.

O primeiro parágrafo descreve, na perfeição, o jogo de hoje no Estádio do Dragão. O Futebol Clube do Porto impôs o seu futebol, os sues atletas jogaram o q.b. para vencer um Vitória FC interessado no “pontinho”, mas um azar do central Felipe deitou tudo a perder e o “assalto” à liderança da Liga NOS ficou irremediavelmente adiado para o embate da Luz.

Claro que se pode dizer que Alex Telles e Miguel Layún não estiveram muito felizes nos cruzamentos para a área dos sadinos. Podemos também dizer que Oliver Torres e Danilo Pereira não lidaram nada bem com a imensa “parede” que José Couceiro construiu no meio campo do seu Vitória. E também podemos criticar a “morronice” adversária sempre que estava na posse do esférico. Até o árbitro da partida merece ser criticado (já lá vamos). Mas a impressão com que fiquei após ter saído do Estádio foi a de que o FC Porto poderia estar a jogar até à meia-noite que não marcaria mais um golo a Bruno Varela.

Para o bem e para o mal o futebol também é capaz de nos brindar com este tipo de jogos. Cabe agora a Nuno Espírito Santo (NES), jogadores, estrutura e adeptos (especialmente estes) olharem em frente e interiorizarem que este empate até que nem é mau de todo. Isto porque está tudo em aberto no que à conquista do título diz respeito (o FC Porto depende somente de si para tal) e não havendo qualquer margem de manobra, não resta outra alternativa aos azuis e brancos senão ir a Lisboa com os níveis de concentração no máximo e disposto a “deixar a pele em campo” para trazer os três pontos para a Invicta.

Reforço a ideia de que o Futebol Clube do Porto só depende de si +ara se sagrar campeão esta época. E faço tal porque já sei que os tais “portistas das vitórias” – que hoje encheram o Estádio e só não fizeram os seus habituais disparates porque, porque - vão tecer o mais negro dos cenários e exigir a cabeça deste e daquele por causa do empate caseiro de hoje. Adiante e que tudo corra bem às nossas Selecções.

MVP (Most Valuable Player): Marcano. Primeiro que tudo já que dizer que está encontrado – finalmente – o capitão do Futebol Clube do Porto. Marcano impõe o respeito e a ordem na equipa e protesta com o árbitro quando acha que a equipa portista está a ser prejudicada. Hoje Marcano esteve simplesmente impecável a todos os níveis. Faltou somente aquela pontinha de sorte e uns cantos marcados como deve ser para poder ter marcado um golo nas várias incursões que fez à área dos setubalenses.

Chave do Jogo: Apareceu com o golo do Vitória Futebol Clube para resolver a contenda a favor dos sadinos. Após este golo o Futebol Clube do Porto partiu para cima do seu adversário, mas não conseguiu - em momento algum - criar um lance que fosse capaz de acabar com o empate. Por seu turno o Vitória saiu do Estádio com a sensação de dever cumprido.

Arbitragem: No Estádio tinha ficado com a manifesta ideia de que Manuel Oliveira procurou sempre ajudar o Vitória ao lhe perdoar muitas das suas patranhas que faziam com que o jogo pareasse por tudo e porá nada (quebrando, desta forma, o ritmo da partida). Após ter tomado conhecimento disto tenho de dizer que Manuel oliveira fez uma péssima arbitragem com influência directa no resultado final e (quem sabe) no desfecho desta temporada. Nada de estranhar tendo em consideração como isto funciona sempre que o SL Benfica tem um deslize ou se sente “apertado”.

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES) mais uma vez. NES porque “montou” bem a equipa e “mexeu” bem quando esta precisou da sua orientação. Gostei de ver a “substituição à Mourinho” da parte de NES quando este via o tempo a passar e o empate a persistir.

Negativo: “Equipa pequena”. Esta maldita mentalidade não deveria ter sido aplicada por Couceiro neste jogo. Especialmente se tivermos em linha de conta que o Vitória FC já alcançou o seu grande objectivo que era a manutenção.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (19/03/2017)